Categoria: Formação e Capacitação de Líderes

by Elizangela Barbosa Elizangela Barbosa Nenhum Comentário

VOCÊ ACREDITA QUE A SUA PERSONALIDADES PODE SER PREJUDICIAL À CARREIRA?

 

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Quando levamos em conta o que é preciso para ser bem-sucedido profissionalmente, na maioria das vezes, concentramo-nos em nossos pontos fortes inatos, inteligência, capacidade de aprender, ambição e competência social para desenvolver relacionamentos sólidos. 

No entanto, essas características trabalham simultaneamente com os nossos pontos fracos (pontos a serem trabalhados) e algumas competências para as quais não olhamos com a devida atenção e foco, o que impossibilita a identificação do que precisa ser desenvolvido.

Sempre digo que somos uma composição de pontos fortes e pontos a serem trabalhados os quais, quando não identificados, controlados e principalmente equilibrados, são capazes de causar grandes estragos em carreiras, empresas e relacionamentos em geral.

Tudo aquilo que não conheço me domina, não existe certo ou errado e sim o que melhor se adapta a situações. 

Se quiser maior performance na sua carreira, na sua gestão, no seu negócio e em seus relacionamentos, é essencial que pratique constantemente o autoconhecimento, identificando seus pontos fortes,  suas vulnerabilidades, avaliando o quanto estás características, comportamentos têm ou não apoiado você em seu crescimento e no desenvolvimento de melhores relações.

Aqui falaremos com foco em gestão e liderança. Porém sempre abordo o contexto pessoal. Por sermos uma união, cada vez mais se faz necessário que as pessoas que estejam em equilíbrio em sua vida pessoal e profissional.

Pesquisas recentes mostram-nos, de um modo geral e preocupante, que os líderes tem uma grande dificuldade em avaliar e aceitar seus pontos fracos, seus pontos a serem trabalhados, principalmente quando passam a ter poder e a ascender profissionalmente.

A partir desse momento, é difícil o entendimento. Até mesmo porque o conceito e a crença estão em: funcionou assim e obtivemos resultados. Por que mudar agora?

Entretanto, essas fraquezas podem acabar por prejudicá-los e, talvez, prejudicar também suas equipes e a sua empresa.

Estudos mostram que é difícil mudar aspectos fundamentais da personalidade de uma pessoa depois dos 30 anos. Todavia, é possível. Inclusive eu me considero um grande exemplo desta possibilidade. Estou a mais ou menos a 7 anos estudando estes temas, é altamente possível praticarmos mudanças consistentes e sustentáveis por meio:

  1. Do autoconhecimento;
  2. Aceitar, reconhecer e agradecer o que fez parte desta sua composição e personalidade;
  3. Do estabelecimento de metas adequadas e da persistência;
  4. Domar seus pontos a serem trabalhados em situações críticas por meio de mudanças de comportamento;
  5. Praticar constantemente um novo modo de agir;

Eu sempre digo aos meus parceiros que vamos falhar, até mesmo porque são anos praticando alguns modelos de comportamentos, o importante é ter a consciência, que não está adequado, de que precisa fazer diferente e tentar novamente, até que vire um hábito. A partir desse momento, é escolher um próximo ponto a desenvolver e praticar as mesmas estratégias que funcionou onde o fizeram obter o sucesso.

Um líder não nasce pronto. Quem quer ser um verdadeiro líder precisa desenvolver algumas habilidades. A primeira delas é AUTOCONHECIMENTO. 

Acompanhe os nossos artigos.

Até Breve

Elizângela Barbosa.

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AS ORGANIZAÇÕES PRECISAM APRENDER A DESENVOLVER SEUS PRÓPRIOS LÍDERES

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As organizações precisam aprender a desenvolver seus próprios líderes.

Não existem líderes perfeitos, sim os que estão dispostos a mudar e a se desenvolver constantemente.

Como transformar potencial em sucesso?

Há 7 meses, compartilhei uma reportagem na qual demonstrava, através de pesquisas, que nem sempre trazer um líder com bagagem e que tenha apresentado bons resultados em outra companhia é sinônimo de resultados positivos. Muitas vezes as empresas estão em busca de perfis no mercado, sem perceber que possuem excelentes potenciais internos, os quais já estão inseridos e adaptados à dinâmica da cultura organizacional.

Desenvolver a Liderança interna, com um plano sustentável, profissionais e programas destinados a identificar funcionários de alto potencial e apoiá-los a progredir, é uma alternativa com resultados altamente produtivos.

Para tanto, as organizações devem ficar atentas:

. aos pontos motivadores, desejos e anseios dos profissionais do século XXI. A geração que esperava por um plano de carreira e desenvolvimento a longo prazo quase não tem mais no mercado de trabalho e isso pode gerar pouco envolvimento por desmotivação, alta rotatividade, sendo ambos extremamente onerosos, principalmente se os profissionais que deixarem a sua empresa tiverem alto potencial. 

Por onde começar?

Para que as organizações possam previnir o desperdício de talento e criar programas de desenvolvimento mais eficientes, vamos elencar quatro pontos para o início de um programa de desenvolvimento de liderança interna, lembrando que as organizações devem começar a mapear o potencial dos colaboradores nas competências necessárias. É preciso determinar exatamente o que se quer. Isso pode variar de negócio para negócio, momento e posicionamento de mercado. Os requisitos também podem variar conforme cargo e função.

Primeiro: Ter um Modelo de Competências para as funções de liderança. É possível trabalhar com modelo padrão. Na Amplie Consultoria, indicamos 6 competências essenciais para a posição de liderança. Em conjunto, é possível definir e incluir no Modelo de 2 a 4 Competências, com base no planejamento estratégico da empresa e no cargo a ser exercido. Estamos falando de programa de desenvolvimento com os talentos que já estão na empresa. Porém, é altamente produtivo iniciar as contratações para os cargos de líderes com base em um Modelo de Competências. Se a sua empresa não tem, este é o momento ideal para desenvolver e aplicar.

Segundo: A Amplie Consultoria indica que seja realizada uma avaliação inicial para medir o potencial de um colaborador e classificar em quatro indicadores: curiosidade, envolvimento, determinação, estilo de comunicação e como se relaciona com diferentes perfis.

Terceiro: Dar feedbacks constantes que mostrem como os pontos fortes da pessoa em cada um dos indicadores se alinham às competências necessárias e os pontos que necessitam de desenvolvimento.

Quarto: Oferecer aos potenciais as oportunidades certas de desenvolvimento, incluindo rodízio de tarefas, cuja ação pode gerar perfis de líderes nexialistas altamente eficazes nos dias atuais para uma empresa e promoções, com apoio e coaching para o desenvolvimento de competências.

Esses quatro pontos são o início de um programa interno de desenvolvimento de talentos. Para aprimorar e ter o programa adequado à realidade de sua empresa, é imprescindível o comprometimento dos executivos, alguns investimentos em recursos humanos e uma assessoria externa, para dar apoio e trazer maior agilidade em todo o processo.

Vale ressaltar que as organizações têm um nível alto de exigência em todas as competências para os líderes internos ou externos que são contratados, o que pode prejudicar o desenvolvimento de ambos. Não existem líderes perfeitos, e sim os que estão dispostos a mudar e a se desenvolver constantemente.

A alta competição por gestores competentes aumenta no mundo todo, tornando o preenchimento de suas vagas a nível de alta gerência e diretoria dispendiosas. Pense nisso! Este é o momento de investir em seu capital interno. 

Acompanhe os nossos artigos.

Até Breve

Autora: Elizângela Barbosa

Vivência de 18 anos em vendas estratégicas. Foi líder nos últimos 12 anos no mundo corporativo. Tem como metodologia de trabalho o Desenvolvimento Humano eficaz e sustentável, e não a motivação temporária. Fundadora da Amplie Consultoria Empresarial.

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O PERFIL DO LÍDER E EMPRESÁRIO DO FUTURO

O mundo está mudando e as tecnologias avançam. E a sua empresa? Você se planeja para ter o perfil do líder e empresário do futuro?

O perfil do líder e empresário do futuro - Amplie

A tecnologia está mudando nossa visão de mundo. A velocidade das coisas é impressionante. As novidades vêm de todos os lados e áreas. Estudos e pesquisas nos atualizam a cada dia,  o mundo está em acelerada transformação. O que funcionou nos últimos 50 anos não funcionará para os próximos 10 anos. Diante disso, a questão a nos fazermos é: qual deve ser o perfil do líder e empresário do futuro?

Faremos aqui um breve resumo sobre o que de mais inovador tem acontecido pelo mundo e está chegando ao Brasil. O nosso objetivo é que você faça uma reflexão e analise o quanto você tem pensado no assunto e investido em você e em seus negócios para acompanhar toda esta inovação.

“Vivemos em uma época incrível” para o líder e empresário do futuro

Em uma carta aberta aos jovens do mundo, a partir de um tradicional discurso para formandos, divulgada em agosto de 2017, Bill Gates aponta fatos importantes sobre o futuro e os negócios. Ele diz na carta que “vivemos em uma época incrível”, e destaca:

“Se eu estivesse começando hoje e buscando a mesma oportunidade para ter um grande impacto no mundo, eu consideraria, em primeiro lugar, a inteligência artificial. Nós apenas começamos a ver todos os jeitos que a inteligência artificial terá para tornar a vida das pessoas mais produtiva e criativa.”

Já é possível observar como as novas tecnologias estão mudando gradativamente a forma como enxergamos o mundo. E quais seriam elas?

O que o futuro reserva

Para ilustrar, listamos alguns exemplos:

– Um grande escritório dos EUA, Baker & Hosteler, em fevereiro de 2017 anunciou contratação da inteligência artificial ROSS, da IBM, para trabalhar em processos de falências, analisando dados, atualizando e acrescentando informações aos processos, que tem, no momento, 50 advogados do escritório no setor. De acordo com o CEO e co-fundador Andrew Arruda, outras firmas também assinaram com o ROSS e anunciarão em breve.

Esse movimento disruptivo acaba de chegar ao Brasil, com o lançamento do primeiro robô advogado do país, Eli, criado pela TikalTech, apto a auxiliar na solução de processos e casos.

– A Rede de Hotéis Hilton, na Califórnia, testa robôs com inteligência artificial exercendo o papel dos concierges.

Amazon foi a primeira companhia a mostrar a possibilidade de entregar pedidos através de drones, mas enquanto a companhia americana ainda pesquisa esse tipo de tecnologia, a JD.com, da China, já transformou a ideia em realidade.

Desde o ano passado, em algumas regiões do país, especialmente as montanhosas e remotas, a imagem de um drone transportando pacotes é algo habitual. E a companhia, a segunda maior do comércio eletrônico chinês, após o poderoso Alibaba, planeja uma expansão.

– De cada dez operações feitas hoje em dia na bolsa de valores americana, somente uma é gerada por um ser humano.

– A Amazon tem já 67 milhões de prime members nos EUA (assinantes que pagam um valor anual para a empresa). É maior do que o maior banco americano (Chase) tem de correntistas. E sua ação multiplicou seu valor por cinco vezes na bolsa nos últimos dois anos.

– Segundo o site de tecnologia TechCrunch, o mercado de Realidade Virtual movimentará 108 bilhões de dólares até 2021. Representações virtuais têm um valor enorme para diversas áreas, possibilitando imersão em filmes e games, simulações de qualquer tipo de treinamento.

– O aplicativo Uber, que veio e mudou tendências na área do transporte privado urbano e baseado em tecnologia disruptiva em rede, já tem a cidade de São Paulo como a maior em número de usuários em viagens de Uber no mundo. O serviço de transporte por aplicativo da Uber é, certamente, um dos mais famosos do mundo.

– Sem falar ainda no  AIRBNB,  um serviço online comunitário para as pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações e meios de hospedagem em qualquer lugar do mundo.

A era da tecnologia e da globalização digital

Esses são apenas exemplos do uso da tecnologia no dia a dia e as mudanças provocadas no comportamento das pessoas.

Sem contar o uso dos Smartphones, a influência das redes sociais, a impressora 3D que permite a criação de inventos até então impraticáveis para a maioria das pessoas e ainda, agora, o uso da Realidade Virtual em variadas aplicações de serviços e tecnologias.

Trocar informações através da tecnologia se transformou em um fenômeno prático, rápido, mais econômico e divertido. Como consequência, o fluxo de informação aumenta, estimulando as pessoas a ficarem mais tempo conectadas.

Surgem novas profissões, e produtos inimagináveis são criados, em um mercado totalmente globalizado.

Vivemos uma época em que a imersão na tecnologia nos aproxima cada vez mais do virtual. Mas e agora? Quais as consequências reais dessas mudanças que refletem diretamente no que deve ser o perfil do líder e empresário do futuro?

Atitudes do perfil do líder e empresário do futuro

Os termos da vez em tecnologia e no mundo dos negócios que permeiam o perfil do líder e empresário do futuro são: “machine learning” e “artificial intelligence”. Até hoje, o homem ensina a máquina. Estamos entrando num mundo onde a máquina ensina a máquina. E para isso ela só precisa de dados!

Estudos alertam sobre o ritmo acelerado da automação. Segundo o The New York Order, 60% dos jovens ocuparão empregos que terão um nível de automação de dois terços nas próximas décadas.

A evolução está aí, o grande risco para nós seres humanos não está na evolução em si, mas sim em não aceitar. Veremos profundas transformações que impactarão a nossa vida pessoal e profissional nos próximos anos. O profissional, para se manter competitivo, tem que aceitar que o mundo mudou e que a tecnologia veio para ficar.

Mas como eu aprendo a trabalhar e conviver com a tecnologia? Isso é o que vai diferenciar você nos próximos anos.

Cada vez mais teremos o lado esquerdo do nosso cérebro – o lado racional – sendo substituído pelas tecnologias, porém, o talento humano sempre será essencial e insubstituível. Desenvolver nosso lado direito do cérebro, que é responsável pela nossa criatividade e emoção, será imprescindível e teremos que ter atenção redobrada, com foco no desenvolvimento de competências emocionais e na inteligência emocional.

Você já refletiu sobre essa evolução? Está preocupado em não conseguir acompanhar toda esse avanço na tecnologia? Em que estágio você está? A frase-chave é: adapte-se às tecnologias e ao mundo!

O que fazer para a sua empresa se adaptar ao futuro?

O perfil do líder e empresário do futuro - Amplie

Em sua carta aos jovens, Bill Gates ainda diz:

A inteligência não é tão importante quanto eu achava que era e tem muitas formas diferentes. Nos primeiros dias da Microsoft, eu acreditava que, se você escrevesse códigos ótimos, também conseguiria gerir bem pessoas ou liderar uma equipe de marketing ou qualquer outra tarefa. Eu estava errado. Precisei aprender a reconhecer e apreciar os talentos diferentes das pessoas. Quanto mais cedo você fizer isso, se ainda não fizer, mais enriquecedora sua vida será.”

Com base na frase de Gates, evidenciamos a importância da adaptação ao mundo que já está aqui e também que está por vir. Por isso, a Formação e capacitação de líderes, assim como o Desenvolvimento de Pessoas são pontos cruciais a serem desenvolvidos nas organizações, na sua empresa!

Você pode fazer uma autoavaliação sobre o que dissemos aqui, respondendo às questões abaixo:

  • Podemos continuar com o mesmo modelo mental que nos trouxe até aqui?
  • Quais são as competências emocionais que hoje o mercado mais procura?
  • Já avaliou quais competências você tem e quais deve desenvolver?
  • O quanto você tem investido em auto conhecimento?

3 Dicas para líderes e empresários de olho no futuro

Selecionamos algumas dicas para você começar a desenvolver um novo modelo mental de como avançar para o perfil do líder e empresário do futuro:

1- Aceite e receba essas inovações, pois é um caminho sem volta, não adianta despender tempo lutando contra.

2 – Invista no autoconhecimento e autoanálise: a partir desses dois pontos é possível reconhecer seu perfil e o que é necessário desenvolver para mudar.

3 – Invista em desenvolvimento de competências, para gestão de negócios, pessoas e até mesmo na vida pessoal.

Lembre-se: se você não está pensando na atualização e evolução do seu negócio, talvez até da sua profissão, alguém em algum lugar, com certeza está. Este é o momento de investir em você!

QUER SABER SE SUA EMPRESA CORRE ALGUM RISCO?

Busque ajuda de quem entende. Invista em Gestão Comercial e Formação e capacitação de líderes para incorporar valor ao seu negócio e crescer profissionalmente em frente ao novo mercado tecnológico.

Autora: Elizângela Barbosa

Vivência de 18 anos em vendas estratégicas. Foi líder nos últimos 12 anos no mundo corporativo. Tem como metodologia de trabalho o Desenvolvimento Humano eficaz e sustentável, e não a motivação temporária. Fundadora da Amplie Consultoria Empresarial, que oferece serviços de: Gestão Comercial, Desenvolvimento e capacitação de líderes, Desenvolvimento de pessoas.

 

 

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COMO SE TORNAR UM LÍDER MOTIVADOR DE ALTA PERFORMANCE?

Para que seja possível desenvolver estes pilares, sempre partimos do princípio de que todos nós somos incapazes de lidar com o outro, se não lidamos com as nossas emoções. Precisamos praticar o autoconhecimento para partirmos para o autodesenvolvimento.

A nossa criação e o sistema educacional, exceto em algumas formações e especializações, dão pouca ênfase no autoconhecimento, autodesenvolvimento e no controle emocional, muito foco no QI e pouco estimulo no QE e acaba gerando um efeito dominó, pessoas altamente desenvolvidas tecnicamente, porém com pouca ou zero bagagem em controle e administração de comportamentos e emoções.

Quando assumimos um cargo de gestão, o que entra em ação?

  • Nossa formação técnica;
  • Nossos espelhamentos (pais, professores, primeiro líder);
  • Nosso contexto de vida, que, muitas vezes, potencializa nossa principal característica e comportamento.

Na maioria dos casos, isso não ocorre de forma positiva, porque, mais uma vez, não fomos estimulados e capacitados a lidar com as nossas emoções e ter conhecimento de nossos comportamentos.

Além destes pontos que nos compõem, nossas características e comportamentos são potencializados pelo dia a dia de um líder:

  • Metas;
  • Políticas Organizacionais;
  • Planejamento e Gestão do Negócio;
  • Recebe Ordens e precisa Executar;
  • Administrar conflitos;
  • CEREJA do bolo, diante de tudo isso, administrar as minhas emoções e comportamentos e administrar as emoções e comportamentos dos outros.

Desafiador, não acha? Em muitos momentos, questionamo-nos e chegamos à conclusão de que é muita coisa para uma única mente. 

Os pontos motivadores vêm sendo mudados a cada geração e acompanhar esta dinâmica tem sido um dos maiores desafios das organizações, um simples exemplo:

Antes, tarefa dada era tarefa cumprida.

Hoje, missão dada é missão cumprida, porém, com algumas explicações: Por quê? Qual a importância da missão? Qual o propósito?

Todas as gerações exigiam e exigem nossas habilidades em gerir emoções, porém, este ponto vem aumentando a cada geração e acompanhar esta dinâmica sem equilíbrio é impossível.

Todas as gerações tiveram e têm seus pontos fortes e pontos a serem desenvolvidos, e quem está à frente de times é responsável por esta grande missão: entender, compreender e adequar-se a estas mudanças.

Muitos estudos de grandes instituições – Universidade Havard é uma delas – vêm sinalizando, nos últimos anos, que, para melhor engajamento, motivação e melhores resultados dentro de uma organização, faz-se necessário o foco nas emoções e comportamentos. Cada vez mais, as organizações terão que investir em uma estrutura de líderes capazes de lidar com as emoções e comportamentos do outro, em todos os relacionamentos, seja com os liderados, seja com seus pares ou superiores.

Organizações respeitadas em nosso meio corporativo estão utilizando de ferramentas e metodologias com foco em emoções e comportamentos, algumas delas são:

  • Mindfulness (Atenção plena);
  • Processos de coaching focado em comportamentos de líderes;
  • Constelação sistêmica organizacional.

Todas estas ações trabalham o equilíbrio emocional. Agora, como o líder pode atuar com as emoções do outro se não se conhece por completo?

Cinco perguntas básicas para uma breve autoanálise de como as suas ações, decisões e comportamentos têm afetado seus resultados profissionais e pessoais. 

  1. Você sabe qual é o seu estilo de liderança?
  2. Você tem ciência e domínio de suas emoções e comportamentos?
  3. Como é o seu relacionamento com liderados, pares e superiores?
  4. Você sabe como você reage diante de um conflito?
  5. Você sabe qual é o impacto de suas atitudes no ambiente organizacional e em seus relacionamentos?

Para que você identifique qual seu estilo de liderança e como seus pontos positivos e pontos ofensores podem estar impactando os seus resultados na empresa, na sua vida profissional e em seus relacionamentos, é necessário o autoconhecimento seguido de reconhecimento. Somente desta forma é possível ter a mente aberta para uma mudança consistente com um excelente plano de ação para o futuro.

A Amplie Consultoria em seus Treinamentos de Desenvolvimento e Capacitação de Líderes aborda, profundamente, estes pontos e lhe oferece toda estrutura e assessoria para um plano de ação sustentável, eficaz, focado na mudança e no aprimoramento.

Nosso foco é proporcionar conhecimento, reconhecimento, estrutura de desenvolvimento e potencializamos seu poder de ação para:

  • Ativar sua inteligência racional, emocional e operacional;
  • Ter o perfil de liderança alinhado com cada momento e situação;
  • Atuação de liderança coaching;
  • Superar conflitos;
  • Ter capacidade de planejamento e saber implantar decisões; 
  • Melhorar seus relacionamentos;
  • Entender e superar dificuldades que surgem do relacionamento entre razão, emoção e operação;
  • Ter maior visão e consciência sobre suas emoções, atitudes e comportamentos, trazendo maior clareza para que as decisões sejam mais assertivas e menos impactantes.

Autora: Elizângela Barbosa.

Foi líder nos últimos 12 anos no mundo corporativo. Por ter identificado, no passado, muitos pontos ofensores em sua gestão, optou por se aprofundar no assunto que estuda há 7 anos. Está se reciclando constantemente junto às melhores e mais confiáveis instituições do pais. Fundadora da Amplie Consultoria Empresarial, que oferece serviços de: Gestão Comercial, Desenvolvimento e capacitação de líderes, Desenvolvimento de pessoas. Tem como metodologia de trabalho o Desenvolvimento Humano eficaz e sustentável e não a motivação temporária.

 

 

 

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ENGAJAMENTO E RESULTADOS: QUAL É O SEU PAPEL NO PROCESSO?

O momento da mudança é agora comece hoje não deixe para amanhã

Nos dias atuais, mediante  às circunstâncias que o mercado vem atravessando, as empresas querem mais do que nunca alcançar bons resultados.

Bons resultados são possíveis como? Essa equação não é difícil de ser respondida, mas requer empenho de todos os profissionais envolvidos, para ser colocada em prática, é preciso ter uma relação quase que simbiótica com a equipe para  que eles apareçam.

As empresas com resultados mais consistentes são as que possuem um time engajado com o seu negócio e somente você empresa e gestão são capazes de construir  e sustentar times vencedores.

Pesquisas a nível Brasil indicam que a cultura e gestão organizacional necessitam de mudanças.

  • 12%, das pessoas são ativamente desengajadas: espelham a negatividade a respeito de sua organização;
  • 61%, das pessoas são desmotivadas: sem perspectivas de realizar esforço extra;
  • 27%, das pessoas são engajadas: altamente produtivos e comprometidos em prover valor para sua empresa.

A maior parte está apenas fazendo e entregando com muita dificuldade seus números, sem trazer inovação sem interagir e se comprometer de fato com a empresa, se a empresa continuar com a mesma cultura com a mesma forma de gerir e ainda contando com a crise atual que estamos vivenciado esse número vai migrar para os ativamente desengajados.

Outra pesquisa recente realizada nos Estados Unidos e que nos chama muita atenção: eles gastaram em  2015 cerca de $ 160 bilhões com treinamentos e globalmente $ 350 bilhões.  De imediato a mudança é visualizada por indicadores  com melhores resultados, mas pouco tempo depois as pessoas voltam ao seu antigo jeito de fazerem as coisas e os investimentos vão por água a baixo.

Porque as pessoas não estão engajadas e desmotivadas? Treinamentos e investimento em educação de funcionários são fornecidos o que está ocorrendo? É preciso reforçar o esforço coletivo para que ele seja destacado.

Como podemos mudar este cenário?

A cultura organizacional precisa superar barreiras e promover uma mudança para os dias atuais, transmitir clareza e segurança em relação a estratégia e valores, criar um contexto favorável de aprendizagem, engajamento e crescimento.

Os colaboradores precisam de uma cultura e gestão inovadora, que receba e saiba lidar com o novo perfil profissional, os profissionais não são somente executores, precisam ter satisfação pessoal para responder positivamente às expectativas da empresa. Estamos em uma era onde buscam apoio, participação, poder de ação e querem ser ouvidos (satisfação). Somente desta forma se sentirão parte efetiva dos resultados, a motivação não está somente ligada a salário.

A cada pesquisa realizada a respeito dos temas, os resultados confirmam este dilema vivenciado por empresas de pequeno, médio e grande porte, nacionais ou multinacionais e os investimentos continuam sendo alocados de forma contrária.

De nada adianta investir no meio ou no fim, se o sistema (empresa e alta gestão) não estiver preparado e disposto a promover a mudança de comportamento individual, o número de ativamente desengajados com o seu negócio irão aumentar havendo impacto direto  nos  resultados.

A empresa e alta gestão necessitam sair da zona de conforto e praticar o aprendizado antes dos times receberem os treinamentos, somente assim serão capazes de motivar e apoiar seus times.

Empresa onde quer estar daqui a 5 anos? Qual seu estado atual e seu estado desejado? O momento é este “quebra de paradigmas”, cultura construtiva e participativa, consequentemente colaboradores engajados em seu negócio gerando resultados sustentáveis.

Gestor que time você quer fazer parte? Que momento ser gestor em que momento ser coaching? Somente um profissional que tem equilíbrio emocional, autoconhecimento, ferramentas e métodos consegue transitar entre as linhas da gestão e do coaching, sendo capaz de aplicar eficientemente uma gestão situacional, motivando e apoiando sua equipe.

A união de ambos, empresa e gestão caminhando juntos em um único propósito: Desenvolvimento pessoal sustentável = Resultados sustentáveis.

“Se você quer 1 ano próspero, cultive grãos. Se você quer 10 anos prósperos, cultive árvores. Se você quer 100 anos prósperos, cultive pessoas” Provérbio Chinês.

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